sexta-feira, 6 de setembro de 2019

MEUS CASOS "AMOROSOS"


A primeira mulher que me apaixonei foi quando estava no primário e se chamava Cláudia. Gordinha, loira e de olhos verdes. Fazia de tudo para chamar a atenção dela, mas ela nunca me deu chance. Nunca mais a vi; hoje ela deve estar casada e com filhos.



Quando estava na 5ª. Série (hoje sexto ano), me apaixonei por uma menina que se chamava Diana. Branquinha, cabelos pretos e olhos verdes. Ela era mais alta que eu e até tentei conversar com ela, mas não consegui nem pegar na mão; nunca mais vi.



No Ensino Médio, me apaixonei por outra Cláudia, mas essa era totalmente diferente da minha época de infância: morena, cabelos negros e um corpo bem formado. Era dois mais velha que eu e todos os meus colegas queriam ficar com ela. Eu, muito tímido e sem jeito não tinha chance. Em pouco tempo, ela começou a namorar um cara mais velho (e que tinha um carro) e nunca mais a vi. Era tão inocente que a ajudei a estudar para uma prova, pensando que iria ganhar um beijo, mas nem isso...



Ainda no Ensino Médio, conheci Paula e essa posso dizer que foi a primeira que retribuiu ao que eu sentia. Paula era baixinha, branquinha, com o rosto muito bonito e um corpo já formado. Tínhamos a mesma idade. Nos intervalos, ficávamos na sala, conversando, trocando alguns beijos, pensando em nosso futuro, no que faríamos no vestibular. Época boa! Saímos juntos algumas vezes. Mas, veio o final do ano e cada um seguiu seu rumo. Ela foi estudar em outro estado e perdemos contato. Tempos atrás, a procurei nas redes sociais e a encontrei morando em Brasília, casada e com um filho. É engenheira.



No curso pré-vestibular, me apaixonei por Fabiana, uma loirinha baixinha, muito simpática. Meio maluquinha, mas muito gente boa. Mas ela tinha um namorado e todas as minhas tentativas não tiveram sucesso.



Quando fui para a faculdade, me apaixonei muitas vezes: por colegas e até por professoras. Tive casos rápidos, mas nada que me marcasse muito. As festas em repúblicas, as gandaias de madrugada fazem você conhecer muitas mulheres. Aproveitei o que pude, não posso reclamar.



No final do curso, conheci Soraia. Na verdade, ela se apaixonou por mim, pois havia me conhecido através de uma prima. Uma morena de cabelos pretos, um corpo lindo e um sorriso encantador. Era do Nordeste (não lembro o Estado) e havia se mudado para minha cidade há pouco tempo. Estudava e trabalhava. Morava num quartinho e perdi as contas em que dormi com ela naquele aconchego. Sempre trazia coisas gostosas para comermos e ela sempre me recebia com aquele sorriso maravilhoso. Mas, ela precisou voltar para sua terra natal e terminamos.



Logo, em seguida, conheci Regiane: branca de cabelos castanhos, cinco anos mais nova que eu. Me apaixonei pelo jeito delicado dela, mas ela era evangélica fanática e eu achava esse fanatismo demais. Depois de um tempo, desisti.



Tempos depois, me apaixonei por Diana, uma mulata linda. Ela cuidava da avó doente e ficávamos sempre na casa dela. Era muito bom, pois quando a avó dormia, nós íamos nos “divertir”. Mas, logo ela arrumou um namorado e terminamos.



Em seguida, veio Juliana. Essa não era tão bonita como as outras (muito branca e gordinha) e tinha uma fama não muito boa (ficava com qualquer um). Resolvi namorar e me arrependi. A desgraçada me traiu com um colega de trabalho! Hoje, ela tenta me agradar, uma possível volta, mas sem perigo. Ela é passado.



Depois, conheci Mayara e ela, posso considerar, sem sombra de dúvida, como minha primeira namorada. Branca, com um corpo maravilhoso, trabalhadora, ideal para casar mesmo (adorava sexo). Ficamos juntos por 2 anos e foi muito bom, não posso reclamar. Todavia, ela era geniosa e queria impor as coisas (queria casar, mesmo sem as condições para isso). Brigamos e cada um seguiu sem caminho. Ela se casou, anos depois, mas pelo que ouço dizer, não está satisfeita.



Quando estava com Mayara, tive um caso com uma colega de trabalho chamada Clara. Loira, alta, quinze anos mais velha do que eu, não tinha grandes atributos físicos, mas tinha uma personalidade e um carisma inesquecíveis. E também gostava muito do “negócio”. Ficamos nesse rolo uns meses. Depois, ela arrumou um namorado que poderia ser pai dela (que ironia!), mas continuamos amigos.



Fiquei um tempo se mulher alguma; meus colegas tentando me apresentar conhecidas, mas fiquei quase um ano e meio sozinho.



Então, conheci Adriana e minha vida mudou muito. Talvez para desabusar Mayara, comecei a namorar com ela e, em pouco tempo, já morávamos juntos e casamos oficialmente. Adriana era mulher e tanto (fazia vista): branca, com longos cabelos negros, rosto lindo e corpo de modelo. Mas, não tinha cabeça: qualquer pessoa a influenciava e ela só se metia em encrencas, as quais eu tinha que resolver. Comprava e não pagava, não queria trabalhar, nem limpar o pequeno apartamento que morávamos. A gota d’água foi me trair. Hoje ela tenta voltar, mas sem chance, pois não volto com ex (sou decidido, nesse ponto).



Por fim, conheci Daniela e me apaixonei. Baixinha, gordinha, peituda e espontânea. Gostava tanto de sexo como Mayara. Trabalhava e tinha uma vida independente, algo que sempre valorizei em mulher. Mas como nada é perfeito, tinha um porém: era casada. Casada, em termos, pois ele e o marido não têm relação há anos, nem saem juntos, só dividem a mesma casa (nem dormem juntos, claro). Pedi para ela se separar, resolver sua vida, mas só enrolava. Então decidi dar um basta. Continuamos amigos (coloridos, é claro).



Assim, esta é minha trajetória de três décadas lidando com o chamado “sexo frágil”. Como diria um amigo meu: “se Deus inventou alguma coisa melhor do que mulher, guardou só para Ele.”




  

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